Tuesday, July 21, 2009




"O drama de uma vida sempre pode ser explicado pela metáfora do peso. Dizemos que temos um fardo nos ombros. Carregamos esse fardo, que suportamos ou não, lutamos com ele, perdemos ou ganhamos. O que precisamente aconteceu com Sabina? Nada. Deixara um homem porque quisera deixá-lo. Ele a perseguira depois disso? Queria se vingar? Não. Seu drama não era o drama do peso, mas da leveza. O que se abatera sobre ela não era um fardo, mas a insustentável leveza do ser." (Milan Kundera)

13 comments:

Bê Sant Anna said...

Sabina, sopre-se. Quem sabe você voa alto?

Sabina Insustentável said...

linda frase! tentando, tentando... sopre-se tb, bê!

Branca said...

Peso. Fardo. Drama. Luta. Perder. Ganhar. Vida.

Pedacinhos de retalhos que juntos formam um mosaico. Essa é nossa vida.


bjos

Alexander Toiévski said...

oi minha colega!! entao eu to com um ideia de trabalho muito interesante e queria que vc podesse fazer parte dessa ideia. entao me da um sinal teu. uma forma de te encontra

http://cronicasdigital.blogspot.com

Alexander Toiévski said...

falando agora sobre esse texto. profundo misterioso

“Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande, é a sua sensibilidade sem tamanho.” (Martha Medeiros).

Cesar Cruz said...

"O verdadeiro tamanho de um homem se revela ao observarmos a forma como ele trata os pequenos" Lincoln

Sabina, mais uma bela reflexão desta pequena filósofa! Me diga: este meu recado chegou para a encontrar fumante ou ex-fumante? Pensa que me esqueci? Espero que vc não tenha sido vencida. Torço muito por isso!

bjs
Cesar

Roberta said...

Não sei o que causa maior dor: o fardo nas costas ou a insustentável leveza do ser.

Beijo..

Sabina Insustentável said...

Roberta... em mim a insustentável leveza do ser às vezes acaba se tornando um fardo :/

Cesar e Branca, obrigada pelas palavras! Cesar, tive uma recaída num dia que acordei meio maysa. Aqueles dias sabe: "Traz uma bebida, um cigarro e sai daqui, merda"! hehe. Mas estou de volta ao esforço.

Alexander, darei sinal de fumacinha no seu blog. Indo lá.

Beijos em todos.

Blog do Óbvio said...

Sabina, você conseguiu abrir minha antiga arca de arquivos cerebrais e recordar minha leitura da "Insustentável Leveza do Ser". Livro gostoso de se ler. Questiona bastante. Não se preocupe com o fardo. Nunca Deus permite que tenhamos um que não consigamos carregar. Podes crer.
Beijinhos sinceros. Manoel.

Marcel. said...
This comment has been removed by the author.
Marcel. said...

Patrícia?! Você é mestre agora, da academia e tal... tem que citar direitinho:
KUNDERA, Milan. A insustentável leveza do ser. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985: 127.

Mas aqui, você também fica pelada em frente ao espelho, só de chapéu de coco e rindo?

Sabina Insustentável said...

É meu sonho ter um chapéu de coco justamente pra isso, marcel.... nunca te contei do ensaio fotográfico que pretendo fazer? na mesa de boteco te explico. Bom te ver por aqui.
Beijos.

Ei, Manoel! Que bom que atualizei um arquivo cerebral seu! rs! Sempre bons seus comentários! Um beijo.

Nina said...

A leveza do ser acaba sendo uma armadura, protege e ao mesmo tempo é "pesada"...provocando dor!

ps: eu adoreiiiiiiii a peninha na foto! hahaha

There was an error in this gadget